Você sabe o que é sala de aula invertida?

Ciclos de Formação promovem união entre equipes pedagógicas

Prática crescente em diversos países, considerada uma tendência na educação.

Sair do comum, ir além dentro da sala de aula, colocar em prática uma outra forma de educação, tudo isto é possível. Estudiosos da área defendem há décadas o modelo o qual o aluno é o protagonista e aprende de forma mais autônoma, com o apoio de tecnologias. No entanto, na maior parte das instituições de ensino brasileiras, permanece o modelo tradicional de ensino: o professor expõe os conteúdos e os alunos ouvem e anotam explicações para, em seguida, estudar e fazer exercícios.

Como alternativa, uma ‘nova’ didática vem sendo adotada de forma crescente em vários países, colocando-se como uma das tendências da educação: a sala de aula invertida (flipped classroom). Nela, o aluno estuda os conteúdos básicos antes da aula, com vídeos, textos, arquivos de áudio, games e
outros recursos. Em sala, o professor aprofunda o aprendizado com exercícios, estudos de caso e conteúdos complementares. O seu papel é esclarecer dúvidas e estimular o intercâmbio entre a turma.

Na pós-aula, o estudante pode fixar o que aprendeu, por meio de atividades como, por exemplo, trabalhos em grupo, resumos, intercâmbios no ambiente virtual de aprendizagem. O processo é transpassado por avaliações para verificar se o aluno leu os materiais indicados, se é capaz de aplicar conceitos e se desenvolveu as competências esperadas.

O momento em sala não fica um monólogo onde só o professor fala. Os alunos se percebem capazes de aprender de várias formas e rompem a dependência. Além disso, a sala de aula invertida valoriza o papel do professor, como orientador dos percursos de pesquisa e mediador entre estudantes e conhecimentos.

Porque educar é isso, é promover a autonomia e a liberdade de cada um.

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