|
Aviso! Para acessar este site você precisa ter instaladoem seu computador o Adobe Flash Player 8. Instalar Flash Player 8 |
|
Passamos por uma evolução histórica, movida principalmente pela tecnologia. Novas formas de aprender e de ensinar foram elaboradas e disponibilizadas. Espaços como nossa própria casa, onde trabalhamos, ou onde dispomos de nosso tempo de ócio e lazer, tornaram-se as bases do desenvolvimento de meios de comunicação, com um foco muito significativo no computador, com o qual se acessa a Internet.
Já a faculdade, até a considerada de boa qualidade, passa a se reestruturar e se reinventar nessa nova realidade, pois corre o risco de se tornar obsoleta como instituição, sendo suplantada pelas novas formas, não-acadêmicas, de aprender. Há uma frase que, usando o senso comum, diz: “Qualquer educação é melhor do que nenhuma”. No entanto, a faculdade ruim, além de não fazer bem, pode causar muitos males.
Hoje, as organizações educacionais estão numa encruzilhada: ou se reinventam ou se tornam obsoletas.
Se partirmos do conceito de que nada é impossível e vivenciarmos os “Quatro P’s” para alçarmos nossas metas: propósito, paixão, plano e persistência, teremos, com certeza, o sucesso esperado.
Para tanto, é necessário ter consciência de que reinventar o ato de aprender e de ensinar implica, antes de tudo, rever o conceito de educação superior com todos aqueles que estão diretamente ou indiretamente ligados a ela. Isso porque necessitamos alcançar clareza sobre duas questões de suma importância: “Por que educar?” e “Para que educar?” Então como podemos posicionar a missão da educação diante de outras instituições que assumem funções educacionais? O diagnóstico da realidade e um planejamento bem elaborado é a parte fundamental de todo esse processo:
3. Realinhar os papéis da gestão, dos colaboradores e da própria relação professor/aluno.
4. Transpor os muros da faculdade e rever as relações faculdade X comunidade.
5. Construir elos que ultrapassem limites entre dados, informação, conhecimento.
Essas são algumas das novas metas que as IES, receosas com a qualidade e com criar diferenciais significativos, se preocupam.
A IES que queremos...
Tem uma nova ótica educacional
• Concebe a educação como a maneira pela qual o ser humano é despertado para a descoberta de suas aptidões natas, as desenvolve e as transforma em habilidades específicas.Determina o tempo e o espaço
• O planejamento e a administração do tempo e organização do espaço de modo que venham a servir às necessidades de aprendizagem dos alunos, criando ambientes diversificados e horários flexíveis que facilitem a aprendizagem dos alunos na medida em que eles desenvolvem seus projetos.Integra o conhecimento ao contexto
• Interage criativamente com o mundo que a circunda, no plano mais próximo e mais distante, fazendo pleno uso das novas tecnologias de informação e comunicação – que nada mais são do que formas eficientes de colocar pessoas em contato com pessoas, e com a informação de que necessitam para viver suas vidas.